ERROS EMPRESARIAIS

Passo a passo para evitá-los

Com os impactos da ERA PANDÊMICA, surgem diferentes formas de enxergar os cenários atuais, representados com acrônimos.

Um deles é o MUNDO BANI (Brittle – Frágil, Anxious – Ansiedade, Nonlinear – Não-linearidade, Incomprehensible – Incompreensível). Um conceito criado pelo antropólogo, autor e futurista norte-americano Jamais Cascio, onde afirma que, com a pandemia de 2020, foi necessário repensar e recriar novas características que representassem com maior assertividade o que o mundo vive nesse momento. Não é difícil associar essas características ao mundo dos negócios, afinal o que melhor poderia traduzir o ano de 2020 quando todos os noticiários anunciavam uma crise gigantesca, capaz de falir milhares de empresas no mundo inteiro.

Esse fato também deixa claro o quanto a INOVAÇÃO se mantém fundamental para que muitas empresas possam se reerguer e evoluir. 

Para tanto, inovar tem deixado de ser um diferencial, para se tornar uma necessidade vital para as organizações. Segundo a revista Exame 87% das empresas entrevistadas buscam inovar, seja através da prática de inovação aberta ou fechada. Uma outra pesquisa realizada pelo Grupo Altimeter e pela Capgemini Consulting, reforça que as empresas têm dificuldade em inovar e algumas delas não conseguem inovar.

Esse fato também deixa claro o quanto a INOVAÇÃO se mantém fundamental para que muitas empresas possam se reerguer e evoluir. 

Para tanto, inovar tem deixado de ser um diferencial, para se tornar uma necessidade vital para as organizações. Segundo a revista Exame 87% das empresas entrevistadas buscam inovar, seja através da prática de inovação aberta ou fechada. Uma outra pesquisa realizada pelo Grupo Altimeter e pela Capgemini Consulting, reforça que as empresas têm dificuldade em inovar e algumas delas não conseguem inovar.

E o que leva uma empresa a não conseguir inovar?

1. Não saber como inovar

Apesar de necessário, incorporar processos, práticas ou políticas que estimulem a inovação é desafiador. Não conhecer ferramentas e abordagens que permitam a inovação acontecer pode fazer com que essa “navegação” por mares desconhecidos seja onerosa.

 

 

2. Ter um ambiente desestimulante 

Apesar de poucos acreditarem, ter um ambiente propício para inovar deve fazer parte da estratégia da empresa. Através de um espaço criativo e estimulante que boas ideias surgirão, pois além do aumento de concentração os colaboradores, poderão se sentir mais felizes, desafiados, produtivos e focados.  

 

 3. Não possuir objetivos e indicadores de desempenho

O que não é medido não pode ser gerenciado, logo, o que não é gerenciado não seja melhorado. Por isso, inovar é importante, mas mais que isso só um bom gerenciamento desse movimento.

 

 

Aqui vão algumas sugestões de indicadores para você identificar e selecionar as melhores oportunidades de inovação:

E isso tudo se faz necessário para que uma inovação de sucesso comece com o pé direito,

Mas afinal, o que é inovação?

Sem dúvidas sabemos que o tema Inovação está cada vez mais presente nas empresas, sendo assunto entre conselheiros, executivos e demais colaboradores em diversos níveis. Não podemos esquecer de reforçar que os erros estão presentes em qualquer empresa que tenta inovar. 

Considerando que as empresas inovam pelo amor, pela dor ou pela inteligência, vamos pensar em qual o real significado desse termo:

Se você der um google por aí, encontrará algumas adaptações sobre seu significado. Uma das definições que vamos referenciar aqui é o do grande pensador da inovação, o economista e cientista político austríaco Joseph Schumpeter, que afirma que a inovação é o motor do crescimento econômico. Isto é, “destruir o antigo para criar algo novo”, visando a obtenção de lucro; pois o que concretiza a inovação é a geração de riqueza, caso ao contrário, o que você está praticando é a criatividade sem resultados mensuráveis. 

Mas e agora, quais os primeiros passos para inovar nos negócios?


Em uma entrevista conduzida pelo SEBRAE PR com o Head de Marketing Luiz Serafim da empresa 3M do segmento Industrial, compartilhou os passos para desenvolver uma cultura de inovação em negócios. Ficou curioso (a)? Dá só uma olhada…

Fonte: Adaptado pelos autores (Luiz Serafim- head de marketing)

Além do exemplo da empresa 3M, gostaríamos de compartilhar outros cases de sucesso de empresas inovadoras que recortamos do site agilize para te inspirar nessa jornada.

  1. Quinto Andar (Segmento Imobiliário)

Agora uma empresa brasileira que você deve conhecer no setor imobiliário é o Quinto Andar. A proposta da startup surgiu para reduzir a quantidade de tempo gasto em um aluguel de um imóvel sem esquecer dos demais custos e das etapas envolvidas nesse processo.

O Quinto Andar inovou, pois além de gerar informações de qualidade sobre o imóvel que se pretende alugar, existe toda uma jornada construída para que você não tenha nenhum impedimento na locação de um imóvel, facilitando não só sua vida, como também do inquilino, proprietário e do corretor

2.  Apple (Segmento Tecnológico)

É uma das empresas mais renomadas nesse quesito.

Sua influência no ramo tecnológico e seu DNA inovador fez com que ela se tornasse uma das principais responsáveis pelo modo que nos comunicamos hoje.

Desde a criação de seus smartphones, notebooks e outros aparelhos voltados para comunicação.

 

3. Cora (Segmento Bancário)

E nosso último exemplo vem de uma fintech na área de inteligência financeira, a Cora. É um banco digital focado nos desafios das pequenas e médias empresas.

A plataforma integra diversos serviços de outras empresas parceiras no intuito de tornar a vida do empreendedor mais fácil.

Esses são exemplos de empresas que utilizaram como base a inovação para crescer, ampliar e expandir seus negócios buscando seus diferenciais competitivos.

Mas, como nem tudo são flores, o que se perde não inovando?

Sabendo de tudo isso, você pode se perguntar: “Makers, mas quem exatamente perde quando não inovamos?”

Essa é uma resposta direta e reta, quem perde é você, afinal isso se tornou uma prática imprescindível para a SOBREVIVÊNCIA E EVOLUÇÃO DOS NEGÓCIOS. Encontre bons exemplos (que podem gerar bons aprendizados) nas empresas Kodak e a Xerox.

Mas, o que faz uma empresa fechar de fato suas portas?

1. Redução do faturamento: A difusão de produtos e serviços por um longo tempo, fará o faturamento cair.

2. Competitividade de mercado: Perda de posicionamento já que logo seus concorrentes criaram algo melhor e mais inovador;

3. Experiência do cliente: Distanciamento dos consumidores por estarem mais exigentes com a forma como são atendidos e os benefícios ofertados;

4. Adaptação: Hoje você pisca o olho e a tecnologia mudou, a adaptação se tornou essencial para não ter processos lentos e custos desnecessários.

5. Propósito: Os colaboradores são motivados por suas experiências, ninguém quer mais atuar como recursos. 

Percebemos ao longo dos anos através de pesquisas, tendências, fatos históricos que o processo de inovação deixou de ser um desejo e tem se tornado vital para a sobrevivência de qualquer empresa seja ela do porte que for.

Manter-se competitivo, ficar à frente de tendências, aumento de retorno de investimento são benefícios importantíssimos e que também decorrem da inovação, porém você perde a oportunidade de desfrutá-los uma vez que você permanece na sua zona de conforto.

Uma curiosidade disso foi um estudo realizado pelo Babson Olin em 2011 onde 40% das empresas que integram a lista das 500 maiores corporações do mundo não existiriam até 2021.

Importante refletir: Se a zona de conforto um dia foi opcional, hoje, pode não ser mais.

No envolto desse mar competitivo do mercado global, qual é a melhor forma para começar a inovar? Existe um caminho percorrido de sucesso que podemos usar como base?

Não existe um único caminho a ser percorrido quando o assunto é inovação, mas, sugerimos um ponto de partida para começar esse movimento hoje!

A melhor forma de iniciar o processo de inovação, pode ser  trazer referências como a base de raciocínio do duplo diamante, utilizado nos processos de Design Thinking. Vamos a um panorama geral  das etapas para conectar a inovação a este processo:

No primeiro diamante você irá explorar seu cenário, realizar análises preliminares ou imersivas e com base nisso escolher com o que seguir.

Feito isso, no segundo diamante, você resgatará o que você e sua equipe encontrou e irão criar a solução mais aderente para seu negócio ou setor e através disso você poderá prototipar, testar e medir a solução criada.

É importante ressaltar que o processo do Design Thinking não é linear, ou seja, durante a aplicação das ferramentas, surgiram inúmeras dúvidas, incertezas, inseguranças, mas que irão ganhando clareza na medida que forem enquadradas na divergência e convergência do duplo diamante.

“ainda não sabe o que é o Design Thinking?… PORQUE VOCÊ DEVE APRENDER DESIGN THINKING (ciamakers.com)

Esperamos que esse artigo recheado de dados e boas práticas do mercado sirva para muitos insights sobre o tema Inovação, para que você ou sua empresa saia da estaca zero, inicie ou continue o processo de transformação.

‘’NÃO DEIXE O TSUNAMI DA INOVAÇÃO TE LEVAR, SURFA NESSA ONDA CONOSCO.’’

Conta pra gente, o que você achou deste artigo? Queremos saber sua opinião.

Por: Henrique Quispe

Administrador em curso, Storyteller, CXM, pesquisador, palestrante, mentor de jovens líderes, escritor e instrutor. Analista de projetos da Cia Makers escola de inovação.  



Por: Emily Oliveira

Gestora de Recursos Humanos, Design Thinker, palestrante, mentora de jovens líderes,  social media, Trainee em comunicação da Cia Makers – Escola de Inovação.  

Por: Marjorie Ferreira

Formada em Gestão de Pessoas e Pós-Graduada em Psicologia Organizacional, Design Thinker, Especialista em carreira. Head de Relações Humanas na Cia Makers – Escola de Inovação.

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