Cada nova adaptação é uma crise.

A epidemia do Covid – 19, popularmente conhecido como Coronavírus se espalhou por vários países do mundo.

A crise é definida como um momento crítico em que se apresenta uma situação perigosa e difícil, exigindo medidas de proteção imediatas.

A ótica sobre a crise é diferente para cada pessoa e a maneira como a crise afeta cada um é diversificada.

Logo, para passar com sucesso pela crise, de forma saudável, se faz necessário intensificar o desenvolvimento de competências para agregar no percurso de superação desta fase. Indico aqui três delas para reflexão e ação: agilidade, criatividade e inteligência emocional.

Ser mais ágil – a agilidade contribui na capacidade de tomar boas decisões e colocá-las em movimento rapidamente. A crise tem um tempo e buscar agir no melhor tempo é essencial, principalmente quando se trata de escassez de recursos. Agir com inteligência também é fundamental, mudando a forma com que as coisas eram feitas antes da crise.

Ser mais criativo – a criatividade enquanto “competência de sobrevivência” auxilia no desenvolvimento de várias outras habilidades, incluindo as relacionadas à tecnologia. O criativo se abre para o mundo, percebe potenciais, cria novas ideias e está em constante movimento. Criar novas alternativas diante da crise é sempre um desafio, mas também é crucial para abrir o leque de possibilidades existentes e encontrar soluções.

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• Ser mais inteligente emocionalmente – a inteligência emocional amplia a capacidade humana de identificar e lidar com as emoções que inevitavelmente circulam diante das mais variadas informações e opiniões dispostas. Em tempos de crise é necessário haver capacidade de expressar emoções para o mundo exterior e saber como construir relações positivas para superação em grupo, com o auxilio de tecnologias e ambientes virtuais.

Certamente muitas outras competências e alternativas existentes podem fortalecer as pessoas e organizações.

 

Historicamente já passamos por inúmeras crises. Cada nova adaptação é uma crise. Nesta crise, precisamos valorizar mais o capital humano, perceber nossas culturas e diversidades, aprender novas formas de trabalho (como por exemplo, a exercício em home office), desenvolver novas competências, valorizar as relações, fortalecer as parcerias e criar movimentos coletivos.

 

Em cada crise, se fez necessário fazer diferente.

 

Toda crise tem um ciclo, que se traduz em momentos de recuo e avanço, de redução e investimento, de enfrentamento e mudança de rota. As pessoas e organizações que tiverem percepções de oportunidades favorecidos pela crise, podem levar vantagem competitiva diante do caos e encontrar muitas oportunidades. É necessário inovar.

…continua

Por: Felipe Evangelista

Administrador de empresas, Escritor, Psicólogo, Mestre em Administração e Inovação para Organizações, especialista em Metodologias Inov-Ativas e, sobretudo maker.

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